A história da tecnologia de forjamento de conexões de tubos é muito longa, e sua ideia central remonta ao período Neolítico, quando os humanos começaram a usar metais.
Primeira Fase: Forjamento Manual Ancestral
Do final do período Neolítico até cerca de 2000 a.C., a China já aplicava técnicas de forjamento a frio para fabricar ferramentas. Ao martelar metais naturais, como cobre vermelho e ferro meteórico, manualmente para criar ferramentas e armas, essa era a forma mais primitiva de deformação plástica.
Fase Dois: Introdução da Energia Mecânica
Após o século XIV, a força animal e a força hidráulica passaram a ser usadas para operar martelos de queda.
Em 1842, o primeiro martelo a vapor foi inventado no Reino Unido, marcando a entrada da forja na era das máquinas motorizadas.
A fonte de energia evoluiu da força humana para as forças naturais e a energia a vapor, aumentando significativamente a capacidade de forjamento.
Fase Três: Formação e Desenvolvimento de Técnicas Modernas de Forjamento
No final do século XIX, as categorias básicas de máquinas de forjamento modernas (como martelos a vapor e prensas) já estavam estabelecidas.
Em meados e no final do século XIX, os irmãos Mannesmann inventaram o método de perfuração por laminação oblíqua, que impulsionou a produção de tubos de aço sem costura e outras conexões para tubos.
No início do século XX, a forjagem a quente desenvolveu-se rapidamente para atender às demandas da indústria automotiva.
Em meados do século XX, processos eficientes e precisos, como a forjagem a frio e a forjagem de precisão, foram amplamente adotados.
O grau de mecanização e automação aumentou; surgiram processos especializados (como a perfuração oblíqua por laminação para conexões de tubos); e iniciou-se a busca por métodos de processamento de corte precisos, eficientes e com o mínimo de intervenção.
Fase Quatro: Precisão Contemporânea e Automação
Desde meados do século XX até o presente, tendências de desenvolvimento atuais.
Aplicação aprofundada de tecnologias de informática e automação; desenvolvimento de novos processos, como forjamento de precisão e forjamento isotérmico; busca por uma manufatura flexível para se adaptar à produção de múltiplos itens e em pequenos lotes.
Data da publicação: 09/02/2026



